terça-feira, 22 de novembro de 2011

Fábulas





Vamos navergar juntos nos links abaixo, e conhecer como desenvolver a nossa aula.





Projeto

NOME DO (s) ALUNO (S)
Cleuma Ribeiro, Regiane Freire e Roberta Lima


Rio Branco
outubro /2011


Introdução (Português como segunda língua para os surdos - PSLS)

O projeto visa mostrar como ensinar português escrito para o aluno surdo.



OBJETIVOS

Objetivo geral

Incluir a metodologia do ensino de português como segunda língua para surdos na sala de recursos, fazendo que os mesmos venham adquirir a escrita do português, contexto e sua funcionalidade por meio específico de ensino, viabilizando a Libras e o português escrito como línguas de instrução.



Objetivos específicos

Fazer com que o aluno surdo aprenda o português escrito por meio de língua de sinais, como instrução;

Levar a construção de conceitos em sala de aula possibilitanto a ampliação das competências linguísticas do sujeito surdo, tanto el libras como em língua portuguesa escrita;



JUSTIFICATIVA

O presente projeto se justifica pela necessidade de dar subsídios teóricos e práticos voltados a construção do conhecimento de mundo por meio de língua de sinais e da língua portuguesa escrita, Logo é preciso compreender os aspectos linguísticos surdo/surdez, suas especificidades e análise linguística na sala de recursos. Estas ações de ensino de L1 (Libras) e L2 (Língua Portuguesa escrita) são recursos essenciais para aquisição de ambas as línguas.



REFERENCIAL TEÓRICO

Com base nos pressupostos legais da Constituição Federal de 1988, o artigo 205 prevê o direito de todos à educação, onde os surdos nesta perspectiva inclusiva tem os mesmos direitos de a educação por meio de sistema especifico, modo que possam dar conforto para o processo de ensino aprendizagem destes alunos.

A fundamentação filosófica pressupõe que todos os alunos de uma comunidade, independente de suas necessidades educacionais especiais, etnia, gênero, diferenças lingüísticas, religiosas, sociais, culturais, entre outras, tem o mesmo direito de acesso à escolarização, com o grupo de sua faixa etária e que a escola deva acolher e valorizar as diferenças.

A educação especial, por sua vez, converte-se em uma modalidade transversal de educação escolar que permeia todos os níveis, etapas e modalidades de educação, por meio da realização do atendimento educacional especializado - AEE, definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais, orientando e colaborando com a educação regular comum, em benefício de todos os alunos.

Com base em corrente filosóficas os surdos passam por três momentos: o oralismo, comunicação total e bilinguismo, onde este último busca o desenvolvimento linguístico dos surdos por meio de Libras e português escrito com uma metodologia especifica/visual.

O oralismo é o domínio de uma língua oral sobre a de sinais, com o foco no aspecto clinico, já a comunicação total havia uma visão e preocupação com o aprendizado, então o bilinguismo aborda a aquisição de língua de sinais e de língua portuguesa escrita para uma socialização entre surdos e ouvintes.

O bilinguismo se deu pelo reconhecimento da língua por meio de lei 10.436/02 com a oficialização, da língua de sinais.



METODOLOGIA

Para a elaboração deste projeto, utilizamos algumas referencias bibliográficas como: livros, revistas e endereços eletrônicos, em um segundo momento srá trabalhado em Libras como metodologia de ensino para surdos com objetivo de ensinar o português escrito.

BIBLIOGRAFIA

GAIO, Roberta; MENEGHETTI, Rosa G. Krob. Caminhos da Educação Especial no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2004.

ALVES, carla barbosa. A Educação Especial na perspectiva da Inclusão Escolar: Abordagem bilíngue na escolarização de pesssoas com surdez / Carla barbosa Alves, Josemário de Paula ferreira, Milene Macedo Damásio. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.

Ensino de Língua Portuguesa para Surdos: Caminhos para Prática Pedagógica Heloiza Maria Moreira Lima Sales...[et al.]. – Brasília: MEC, SEESP, 2005.
MEC, BRASIL. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, 1999. www.mec.gov.br

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Mídia e Educação


Mídia Educacional é um meio através do qual se transmite ou constrói conhecimentos. Dentre as mídias utilizadas no processo ensino-aprendizagem as mais utilizadas são o material impresso, a televisão/vídeo, o rádioe etc. Além disso, tem-se a informática como uma das principais mídias utilizadas na atualidade, tendo a particularidade de ser uma mídia multimídia, uma vez que agrega recursos de diversos tipos. Dentre tantas opções que temos hoje em relação a mídia educacional, cabe ao professor escolher o que se encaixa melhor em sua disciplina, em seu cotidiano e que essa escolha possa trazer a todos, aprendizado e conhecimento, tornando a sala de aula um mundo mais interativo e prático que busca a relação entre o aprender e ensinar.Educar com novas tecnologias é desafio que até agora não foi enfrentado com muita profundidade, temos feito algumas adaptações, estamos aprendendo, fazendo experiências possíveis em nossas condições concretas s, assim pouco a pouco iremos avançando e mudando.

Projeto

NOME DO (s) ALUNO (S)
Cleuma Ribeiro, Regiane Freire e Roberta Lima


Rio Branco
outubro /2011


Introdução (Português como segunda língua para os surdos - PSLS)

O projeto visa mostrar como ensinar português escrito para o aluno surdo.



OBJETIVOS
Objetivo geral
Incluir a metodologia do ensino de português como segunda língua para surdos na sala de recursos, fazendo que os mesmos venham adquirir a escrita do português, contexto e sua funcionalidade por meio específico de ensino, viabilizando a Libras e o português escrito como línguas de instrução.

Objetivos específicos
Fazer com que o aluno surdo aprenda o português escrito por meio de língua de sinais, como instrução;
Levar a construção de conceitos em sala de aula possibilitanto a ampliação das competências linguísticas do sujeito surdo, tanto el libras como em língua portuguesa escrita;

JUSTIFICATIVA
O presente projeto se justifica pela necessidade de dar subsídios teóricos e práticos voltados a construção do conhecimento de mundo por meio de língua de sinais e da língua portuguesa escrita, Logo é preciso compreender os aspectos linguísticos surdo/surdez, suas especificidades e análise linguística na sala de recursos. Estas ações de ensino de L1 (Libras) e L2 (Língua Portuguesa escrita) são recursos essenciais para aquisição de ambas as línguas.

REFERENCIAL TEÓRICO
Com base nos pressupostos legais da Constituição Federal de 1988, o artigo 205 prevê o direito de todos à educação, onde os surdos nesta perspectiva inclusiva tem os mesmos direitos de a educação por meio de sistema especifico, modo que possam dar conforto para o processo de ensino aprendizagem destes alunos.
A fundamentação filosófica pressupõe que todos os alunos de uma comunidade, independente de suas necessidades educacionais especiais, etnia, gênero, diferenças lingüísticas, religiosas, sociais, culturais, entre outras, tem o mesmo direito de acesso à escolarização, com o grupo de sua faixa etária e que a escola deva acolher e valorizar as diferenças.
A educação especial, por sua vez, converte-se em uma modalidade transversal de educação escolar que permeia todos os níveis, etapas e modalidades de educação, por meio da realização do atendimento educacional especializado - AEE, definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais, orientando e colaborando com a educação regular comum, em benefício de todos os alunos.
Com base em corrente filosóficas os surdos passam por três momentos: o oralismo, comunicação total e bilinguismo, onde este último busca o desenvolvimento linguístico dos surdos por meio de Libras e português escrito com uma metodologia especifica/visual.
O oralismo é o domínio de uma língua oral sobre a de sinais, com o foco no aspecto clinico, já a comunicação total havia uma visão e preocupação com o aprendizado, então o bilinguismo aborda a aquisição de língua de sinais e de língua portuguesa escrita para uma socialização entre surdos e ouvintes.
O bilinguismo se deu pelo reconhecimento da língua por meio de lei 10.436/02 com a oficialização, da língua de sinais.

METODOLOGIA
Para a elaboração deste projeto, utilizamos algumas referencias bibliográficas como: livros, revistas e endereços eletrônicos, em um segundo momento srá trabalhado em Libras como metodologia de ensino para surdos com objetivo de ensinar o português escrito.
BIBLIOGRAFIA
GAIO, Roberta; MENEGHETTI, Rosa G. Krob. Caminhos da Educação Especial no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2004.
ALVES, carla barbosa. A Educação Especial na perspectiva da Inclusão Escolar: Abordagem bilíngue na escolarização de pesssoas com surdez / Carla barbosa Alves, Josemário de Paula ferreira, Milene Macedo Damásio. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.
Ensino de Língua Portuguesa para Surdos: Caminhos para Prática Pedagógica Heloiza Maria Moreira Lima Sales...[et al.]. – Brasília: MEC, SEESP, 2005.
MEC, BRASIL. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, 1999. www.mec.gov.br

Plano de aula

PLANO DE AULA




APRESENTAÇÃO
ESTABELECIMENTO DE ENSINO: Angélica Paiva
PROFESSORA: Cleuma,Regiane e Roberta
TURNO: Matutino
CONTEÚDO: Fábulas
GÊNERO TEXTUAL: texto informativo
PÚBLICO ALVO: Ensino Médio
DURAÇÃO: 07 aulas

OBJETIVO GERAL:
Fazer com que o aluno venha aprender a ter análise crítica das informações dentro de uma linguagem escrita, tendo o poder de propagar idéias e valores através dos tempos, fazendo interpretação da fábula, observando a relação de valores morais imbricadas nessa obra literária podendo observar a criatividade humana que um texto amplamente conhecido pode sofrer alterações e ganhar novo fôlego e público de interesse.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
· Verificar os conhecimentos prévios dos alunos;
· Fazer a leitura do textos ;
· Dividir em pequenos grupos( nestes grupos os estudantes devem indicar uma relação de palavras que caracterizam as personagens Cigarra e Formiga).
· Utilizar o laboratório de informática;
· Mostrar a aula interativa em grupos em sala de aula e no laboratório de informática;
·
DESENVOLVIMENTO:

ATIVIDADE 1

O professor apresentará aos estudantes a fábula A CIGARRA E A FORMIGA:
Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque, sem se preocupar com o futuro. Esbarrando numa formiguinha, que carregava uma folha pesada, perguntou:
- Ei, formiguinha, para que todo esse trabalho? O verão é para se aproveitar! O verão é para se divertir!
- Não, não, não! Nós, formigas, não temos tempo para diversão. É preciso trabalhar agora para guardar comida para o inverno.
Durante o verão, a cigarra continuou se divertindo e passeando por todo o bosque e quando tinha fome, era só pegar uma folha e comer.
Um belo dia, passou de novo perto da formiguinha carregando outra pesada folha.
A cigarra então aconselhou:
- Deixa esse trabalho para as outras! Vamos nos divertir. Vamos, formiguinha, vamos cantar! Vamos dançar!
A formiguinha gostou da sugestão. Ela resolveu ver a vida que a cigarra levava e ficou encantada. Resolveu viver também como sua amiga.
Mas, no dia seguinte, apareceu a rainha do formigueiro e, ao vê-la se divertindo, olhou feio para ela e ordenou que voltasse ao trabalho. Tinha terminado a vidinha boa.
A rainha das formigas falou então para a cigarra:
- Se não mudar de vida, no inverno você há de se arrepender, cigarra! Vai passar fome e frio.
A cigarra nem ligou, fez uma reverência para rainha e comentou:
- Hum!! O inverno ainda está longe, querida!
Para a cigarra, o que importava era aproveitar a vida, e aproveitar o hoje, sem pensar no amanhã. Para que construir um abrigo? Para que armazenar alimento? Pura perda de tempo!
Certo dia o inverno chegou, e a cigarra começou a tiritar de frio. Sentia seu corpo gelado e não tinha o que comer. Desesperada, foi bater na casa da formiga.
Abrindo a porta, a formiga viu na sua frente a cigarra quase morta de frio.
Puxou-a para dentro, agasalhou-a e deu-lhe uma sopa bem quente e deliciosa.
Naquela hora, apareceu a rainha das formigas que disse à cigarra: - No mundo das formigas, todos trabalham e se você quiser ficar conosco, cumpra o seu dever: toque e cante para nós.
Para a cigarra e para as formigas, aquele foi o inverno mais feliz das suas vidas.

ATIVIDADE 2
No laboratório de informática os alunos devem inicialmente acessar o site:
O vídeo é uma versão animada da fábula " A Cigarra e a Formiga" que pode ser utilizado para promover uma discussão sobre valores morais com os alunos. Vale à pena comentar que este é um texto antigo e amplamente conhecido.
OBS: O professor deve registrar todos os apontamentos dos alunos, observando os comentários dos estudantes, o professor indicará ou não a necessidade de pesquisa. Exemplo: pode-se orientar uma pesquisa com os estudantes para o significado da expressão valores morais e das palavras associadas a esses valores que os alunos indicaram na relação de palavras que realizaram na atividade 1. O professor deve conduzir a pesquisa, de forma que os alunos ao final da atividade conheçam o conceito de fábula.
Esses são alguns sites que podem ser indicados aos estudantes para conhecerem esse conceito:

ATIVIDADE 3

Ainda no laboratório de informática, o professor indicará o site abaixo para os alunos acessarem. Trata-se de um recurso de áudio que retrata uma nova versão para a fábula "A Cigarra e a Formiga". Nesta versão a cigarra transforma-se em uma cantora famosa e a moral da estória está em uma relação equilibrada entre trabalho e lazer na vida de cada indivíduo. Os alunos devem retomar a lista de características para as personagens Cigarra e Formiga desenvolvida na atividade 1 e promover as alterações necessárias.
Retornando à sala de aula o professor pode promover uma discussão sobre a versão abordada na mídia questionando aos estudantes sobre os pontos que concordam em cada versão da fábula apresentada .


ATIVIDADE 4

Em sala de aula os alunos devem elaborar, em pequenos grupos, a própria versão para a fábula. A criatividade deve partir de cada grupo , o professor deve orientar os alunos para que não façam cópias, pois a atividade consiste em reescrever a fábula, ou seja, com a ótica de um novo olhar.

ATIVIDADE 5

Essa atividade se constituirá da tarefa de transposição da estória criada em cada grupo por uma história em página web. Para isso os alunos poderão criar wikis. Cada wiki será formada pelo texto criado em sala de aula e enriquecida com imagens e links que agreguem informações ao texto, seja para esclarecer o significado de alguma palavra ou levar mais informação ao leitor da wiki. Ao final da atividade os grupos devem interagir, fazendo comentários uns nos textos dos outros, na própria estrutura da wiki.

AVALIAÇÃO:

A avaliação será de forma coletiva em todos os momentos em que os alunos estiverem participando das discussões propostas e individualmente por meio da produção das atividades escritas e quando solicitada a exposição individual de posicionamento.

RECURSOS DIDÁTICOS:

Com